A morte da pessoa querida

“A morte é a prova maior da falência de tudo o que a gente se propõe na vida, inclusive do nosso amor. A morte é onde as coisas terminam. E, em função disso, durante todo o processo de organização cultural da nossa sociedade, a morte foi sendo colocada às vezes como algo escondido. Por mais que se fale dela, a morte não é lógica, não é ética, e é uma cena estética”. Com Ivan Capelatto, psicoterapeuta de crianças, adolescentes e famílias; mestre em Psicologia Clínica pela PUC-Campinas.

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