Documentários

Visões da justiça

Diante de um contexto ideológico polarizado e de críticas exacerbadas por todos os lados, quais os grandes temas que atravessam o debate político contemporâneo? Nesta série, três filósofos – Fernando Schüller, Andrea Faggion e Luiz Felipe Pondé, revisitam grandes pensadores políticos e ampliam a reflexão sobre os conceitos de justiça, igualdade, liberdade e Estado.

Um documentário de Pedro Caldas.

 

ensaio sobre telas

Vivemos tempos da virtualidade das relações, independente da idade. A exigência de estar permanentemente online inaugura uma forma de convívio onde as pessoas podem estar de corpo presente, mas, psiquicamente ausentes, olhando cada um para sua janela virtual. Como essa nova maneira de estar junto afeta nossas vidas? Como conservar o contato que séculos de relações analógicas trouxeram, sem nos tornarmos inimigos da tecnologia? A psicanalista Julieta Jerusalinsky discute esse tema junto com outros grandes nomes como o comunicador Marcelo Tas, e os filósofos Mario Sergio Cortella e Luiz Felipe Pondé, além do educador Silvio Barini. Ensaio sobre telas é, ao mesmo tempo, um ensaio de pensadores sobre esta sociedade de telas, e um formato de documentário que explora o remix, na tela da sua TV, computador ou celular.

Um filme Liquid Media Lab.

mapa da literatura

O português é a quarta língua mais falada do mundo. São 9 países que têm como língua oficial ou uma delas o português. A produção literária espalhada por esses países produziu grandes clássicos que transcenderam a barreira da língua. Neste documentário, vemos como um angolano que cresceu em Portugal, um moçambicano, uma carioca e um paulistano são influenciados por suas cidades para criar suas obras. Mapa da Literatura cria uma narrativa da geografia desses lugares através da produção em língua portuguesa.

Um filme Liquid Media Lab.

Uma ética para o futuro (sem legendas)

novos agentes ou sujeitos éticos emergem no mundo contemporâneo.

o poder-fazer, fomentado pelo desenvolvimento tecnológico, colocou o ser humano em condições teóricas e práticas de destruir inteiramente suas próprias condições de existência no planeta terra. nesse contexto, um novo conceito de responsabilidade torna-se indispensável, e tentativas são feitas nas diferentes esferas culturais, da religião às ciências, da filosofia às artes e à política. responsabilidade é atualmente a tradução da necessidade de amadurecimento e despertar para uma nova consciência dos impasses e dilemas do habitar humano no mundo. esta série oferece ao público uma contribuição no tratamento de uma das questões mais importantes de nosso tempo: o presente e o futuro da humanidade em sua destinação na história.

com oswaldo giacoia jr, celso lafer, renato lessa, márcio selligman-silva, franklin leopoldo e silva, zeljko loparic.

direção e roteiro de flora lahuerta.

Uma ética para o futuro (legendado)

novos agentes ou sujeitos éticos emergem no mundo contemporâneo.

o poder-fazer, fomentado pelo desenvolvimento tecnológico, colocou o ser humano em condições teóricas e práticas de destruir inteiramente suas próprias condições de existência no planeta terra. nesse contexto, um novo conceito de responsabilidade torna-se indispensável, e tentativas são feitas nas diferentes esferas culturais, da religião às ciências, da filosofia às artes e à política. responsabilidade é atualmente a tradução da necessidade de amadurecimento e despertar para uma nova consciência dos impasses e dilemas do habitar humano no mundo. esta série oferece ao público uma contribuição no tratamento de uma das questões mais importantes de nosso tempo: o presente e o futuro da humanidade em sua destinação na história.

com oswaldo giacoia jr, celso lafer, renato lessa, márcio selligman-silva, franklin leopoldo e silva, zeljko loparic.

direção e roteiro de flora lahuerta.

Pílulas e palavras

O que podem a psiquiatria, a psicanálise e as psicoterapias, com suas pílulas e palavras, fazer por quem vive se debatendo com os sintomas da modernidade? E o quanto responsabilizam-se por suas tecnologias químicas e verbais, e por seus efeitos psíquicos e sociais, os psiquiatras, os psicanalistas e os psicoterapeutas atuais? E aqueles que se colocam na posição de paciente, delegam aos clínicos a responsabilidade pela “cura” de seus sintomas ou assumem a responsabilidade por sua infelicidade cotidiana? E será que existe mesmo um “sofrimento novo” ou trata-se apenas da velha e conhecida angústia humana repaginada pelas palavras criativas dos nossos intelectuais? Embora se possa mesmo fazer este questionamento, parece inegável que há uma “vivência contemporânea” das velhas angústias humanas, e mais inegável ainda é a existências de “remédios contemporâneos” para estas vivências.

Um documentário de Pedro Caldas.

Pílulas e palavras (legendas em inglês)

O que podem a psiquiatria, a psicanálise e as psicoterapias, com suas pílulas e palavras, fazer por quem vive se debatendo com os sintomas da modernidade? E o quanto responsabilizam-se por suas tecnologias químicas e verbais, e por seus efeitos psíquicos e sociais, os psiquiatras, os psicanalistas e os psicoterapeutas atuais? E aqueles que se colocam na posição de paciente, delegam aos clínicos a responsabilidade pela “cura” de seus sintomas ou assumem a responsabilidade por sua infelicidade cotidiana? E será que existe mesmo um “sofrimento novo” ou trata-se apenas da velha e conhecida angústia humana repaginada pelas palavras criativas dos nossos intelectuais? Embora se possa mesmo fazer este questionamento, parece inegável que há uma “vivência contemporânea” das velhas angústias humanas, e mais inegável ainda é a existências de “remédios contemporâneos” para estas vivências.

Um documentário de Pedro Caldas.

Pílulas e palavras (legendas em português)

O que podem a psiquiatria, a psicanálise e as psicoterapias, com suas pílulas e palavras, fazer por quem vive se debatendo com os sintomas da modernidade? E o quanto responsabilizam-se por suas tecnologias químicas e verbais, e por seus efeitos psíquicos e sociais, os psiquiatras, os psicanalistas e os psicoterapeutas atuais? E aqueles que se colocam na posição de paciente, delegam aos clínicos a responsabilidade pela “cura” de seus sintomas ou assumem a responsabilidade por sua infelicidade cotidiana? E será que existe mesmo um “sofrimento novo” ou trata-se apenas da velha e conhecida angústia humana repaginada pelas palavras criativas dos nossos intelectuais? Embora se possa mesmo fazer este questionamento, parece inegável que há uma “vivência contemporânea” das velhas angústias humanas, e mais inegável ainda é a existências de “remédios contemporâneos” para estas vivências.

Um documentário de Pedro Caldas.

 

Visões da Justiça (legendas em inglês)

Diante de um contexto ideológico polarizado e de críticas exacerbadas por todos os lados, quais os grandes temas que atravessam o debate político contemporâneo? Nesta série, três filósofos – Fernando Schüller, Andrea Faggion e Luiz Felipe Pondé, revisitam grandes pensadores políticos e ampliam a reflexão sobre os conceitos de justiça, igualdade, liberdade e Estado.

Um documentário de Pedro Caldas.

finitude e infinitude (legendas em português)

“Falar do envelhecimento, da finitude e da nossa vulnerabilidade é falar da construção da felicidade humana”, afirma Ligia Py. Segundo ela, quando nos deparamos com esses temas reais, concretos, temos a oportunidade de criar um convívio entre nós muito mais proveitoso. De usufruir de felicidade de verdade. E de usufruir de solidariedade humana. “Pensar na morte é pensar numa vida mais rica. É pensar que não quero deixar uma marca de mediocridade, mas de riqueza de sentimentos para contribuir para as gerações futuras. Nesse mundo que acena com esse vazio de prazeres imediatos, de gozos com fim nele mesmo, nós respondemos com uma proposta: queremos pensar que somos precários. Que nós adoecemos. Que ficamos dependentes do outro. Que vamos morrer. Que é preciso deixar um mundo melhor aos que ficam.”

Um filme de Pedro Caldas.

finitude e infinitude (legendas em inglês)

“Falar do envelhecimento, da finitude e da nossa vulnerabilidade é falar da construção da felicidade humana”, afirma Ligia Py. Segundo ela, quando nos deparamos com esses temas reais, concretos, temos a oportunidade de criar um convívio entre nós muito mais proveitoso. De usufruir de felicidade de verdade. E de usufruir de solidariedade humana. “Pensar na morte é pensar numa vida mais rica. É pensar que não quero deixar uma marca de mediocridade, mas de riqueza de sentimentos para contribuir para as gerações futuras. Nesse mundo que acena com esse vazio de prazeres imediatos, de gozos com fim nele mesmo, nós respondemos com uma proposta: queremos pensar que somos precários. Que nós adoecemos. Que ficamos dependentes do outro. Que vamos morrer. Que é preciso deixar um mundo melhor aos que ficam.”

Um filme de Pedro Caldas.

finitude e infinitude

“Falar do envelhecimento, da finitude e da nossa vulnerabilidade é falar da construção da felicidade humana”, afirma Ligia Py. Segundo ela, quando nos deparamos com esses temas reais, concretos, temos a oportunidade de criar um convívio entre nós muito mais proveitoso. De usufruir de felicidade de verdade. E de usufruir de solidariedade humana. “Pensar na morte é pensar numa vida mais rica. É pensar que não quero deixar uma marca de mediocridade, mas de riqueza de sentimentos para contribuir para as gerações futuras. Nesse mundo que acena com esse vazio de prazeres imediatos, de gozos com fim nele mesmo, nós respondemos com uma proposta: queremos pensar que somos precários. Que nós adoecemos. Que ficamos dependentes do outro. Que vamos morrer. Que é preciso deixar um mundo melhor aos que ficam.”

Um filme de Pedro Caldas.

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